Eu estou lendo um livro muito bom
para minha pós em Aconselhamento Bíblico e Pregação. Trata-se do “Introdução ao
aconselhamento bíblico – John F. MacArthur, Jr. e Wayne A. Mack”, este é recomendadíssimo
para pastores e membros em geral, digo e cito pastores, devido a sua infindável
tarefa de aconselhar, mas todos em várias momentos aconselhamos outros que
chegam a nossa vida pedindo de alguma forma uma orientação.
É para mim, muito interessante o
questionamento escrito na página 87, sob o título: “As Escrituras e o
Aconselhamento Bíblico”; a pergunta: “Como é que sabemos que o que pensamos que
sabemos é de fato verdade?”.
Um procurador romano disse a mais
de 2000 anos: “O que é a verdade?”. Jesus afirmou de uma forma simples: [João 17:17 Santifica-os na
verdade; a tua palavra é a verdade.] Jesus afirma que categoricamente e soberanamente
a Palavra de Deus, a Bíblia, é a verdade que supre toda deficiência do complexo
humano.
Quando uma pessoa se achega e
pede socorro, como vamos nos comportar? Vamos dizer, você precisa de um
psicólogo ou abriremos a palavra de Deus e confrontaremos essas “neuras” que
são pecados de acordo com a Bíblia? Paulo diz a Timóteo [2 Timóteo 4:2 prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende,
exorta com toda a longanimidade e doutrina.] A própria palavra nos
ensina que o problema é o domínio do pecado na vida de uma pessoa e esta mesma
palavra nos ensina que devemos corrigir, repreender e exortar.
Que o Senhor nos faça verdadeiros
conselheiro bíblicos, chamados para pregar a verdade que seja oportuno quer não, falando sempre a verdade, visando somente a glória de Deus. Por que isso é bom para nós.
Pastor James de Melo

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